Carlos apertou a bunda dela com vontade.
Ele queria mais. Mais que aquele corpo sob o seu, ele queria tudo. Queria tocar a extensão daquela pele clara indefinidamente. Tinha necessidade de estar colado a ela, e não entendia. Ele precisava dela ainda mais colada a ele. Mesmo o espaço entre os corpos entrelaçados naquele momento era grande demais. Mas se continuassem daquele jeito, ela é quem teria tudo e iria embora.
Desprendeu-se do beijo dela, fazendo-a gemer baixinho.
-Não. É melhor a gente ir devagar...
Ela apertou seus braços e o abraçou bem forte, puxando-o para perto de novo. Depois cravou suas unhas nas costas dele e começou a beijar seu pescoço. Carlos sentiu seus osso derreterem, mas manteve-se firme e se afastou dela novamente.
A menina fez uma cara emburrada e confusa. Carlos se sentou na cama ao lado dela.
-A gente tá indo muito rápido...
-Mas eu quero. Você não quer? - ela tinha uma expressão frustrada no rosto.
-Eu quero, mas...
Ela pulou no colo dele e começou a beijá-lo de novo.
-Mas o que, Carlos? - sussurrou em seu ouvido.
Carlos estava embriagado pelo toque dela. Não conseguia pensar com clareza enquanto ela estivesse sobre ele, provocando-o.
-Deixa eu brincar com você...
Sentiu seu peito se abrir em dois. Era como se aquelas palavras o dividissem no meio, despertando-o do transe, cortando-o ao meio... Ele não queria brincar com ela.
-Deixa, Carlos.
Ela segurou o rosto dele com suas mãos e começou a sugar o lábio superior dele. Sentiu uma lágrima escorrer entre seus dedos, e lambeu a gota solitária escorrendo pela bochecha dele. Segurou uma das mãos dele em sua coxa, e começou a desliza-la para cima enquanto mordiscava a orelha dele.
Ele sentiu o ar saindo lentamente do seu corpo, dissolvendo seus pensamentos. Não chorou mais, só apertou a bunda dela com vontade.
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